Ena pá hoje escrevi 3 posts…
Pois é há dias que não escrevo nada…hoje…”ena pá…com catano…VAI BUSCAR” 3 posts lindos a saltar aqui para fora do ecrã…a contar com este que é o terceiro :)
Eh eh eh devo estar nos meus dias de inspiração…Estou naqueles dias em que tenho uma ligação directa do cerebro aos dedos, passando por um belissimo prato de “Batatas com Bacalhau” conferindo assim um toque de bom gosto aos espectaculares…brilhantes…ginais…e maravilhosos posts que escrevo, como é o caso deste post (de estrema relevância para a economia do país e afins) que estou a escrever (e não sou nada gabarolas, nem egocêntrico, nem de certa forma orgulhoso) .
LOL
xD
Ena pá este é daqueles momentos em que releio o que escrevi e digo: “Mas que grandessisima %&$##$%& * que acabei de escrever”
* A expressão acima assinalada foi censurada devido ao facto de poder chocar, violar, destruir, estragar, apodrecer, esmagar e de certa forma perturbar a sanidade mental do leitor.


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
September 30th, 2007 at 7:38 pm
com catano… bonita inspiração mas não percebi népia… parabéns pelos conteúdos dos teus posts.
September 30th, 2007 at 7:46 pm
Olha lá ô com um Catano, escreves tanto e eu não percebi nada.
Ou é porque eu sou muito BURRO ou tu és muito esperto.
Eu cá prefiro arroz de grelos.
Com um CATANO vai buscar!!!!!