Achei um Trevo de 4 folhas!
Dizem que quando achamos um trevo de 4 folhas ficamos com sorte (estupides a minha, toda a gente sabe
)
Agora a vossa questão? “Então e já estás com sorte?”
A minha resposta: Quer-me parecer que não… : (
Ou então, até posso estar com sorte…pois as coisas que eu acho agora de “azar” podem ter algum significado, e ai sinonimo que a minha sorte está a mudar…para tal primeiro sofrer e depois melhorar! (olha rimou, dever ser este o lema dos trevos
)
Se assim for…ainda bem! Nós não podemos definir o tipo de sorte que queremos…mas sim, aceitar a que vem, e mesmo que nos pareça “Azar” algo de bom deve aparecer…(ui ui, ando muito filosófico)
Antes que perguntem: Sim, estou a precisar de uma boa dose de sorte…(já que falo em sorte tenho de ver quais foram os numeros do euromilhoões)
Enfim, mudando de assunto, sabem como achei o trevo? Simples, olhei para o lado esquerdo e….pimba, lá estava ele lol


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
March 2nd, 2008 at 5:17 pm
pois deves ser um gajo de sorte.
daqui a pouco ganhas o euromilhões…
lol