Está a chover…
E chove, chove, chove…bolas pá tanta água!
Pelos meus cálculos amanhã estou doente. Com esta chuva toda que me caiu em cima amanhã devo estar “bonito”
E depois a Ti Lurdes (a minha mãe), “Claro está”, lá vai melgar o Rui (e com toda a razão).
Sinceramente já não entendo este tempo, ora chove, ora faz sol, ora faz vento, ora está geada…bah, que confusão, já parece a minha vida amorosa…essa também é uma confusão dos Diabos (mas prefiro acreditar que é azar lol
)
Enfim, a chuva é uma coisa chata…só aparece quando não deve, mas que se há-de fazer…ela é cá precisa, e não pode vir ao agrado do freguês: “Ó se faz favor, são 115 litros de água por segundo neste metro quadrado!”
E continua a chover….


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
March 11th, 2008 at 3:06 pm
caro rui,
sinceramente nao te sei dizer a qual das tres categorias pertence a cha de erva de cidreira, que como sabemos é bom para curar a tosse.
cumps