Por morrer uma andorinha não acaba a Primavera…
Das frases ou citações que me passaram pelo ouvido, esta foi das que mais me marcou!
Esta andorinha têm um significado, tal como a Primavera (liga-se àquela pessoa, maravilhosa, que nunca leu ou irá ler o meu blog…sim, sim aquela tal, a tal que eu vinha elogiando…tempo perdido
)
A pessoa que me disse tal frase é capaz de ser a pessoa mais dinâmica e “maluca” (no bom sentido é claro) que eu já vi…pois com 55 anos aquele “Senhor” é máquina! Estou a falar de um senhor meu amigo residente cá na minha terrinha.
Foi num monento deprimente, de à uns meses atrás, que ele me disse tal frase…e agora em novo momento deprimente, não me a disse novamente, mas veio-me logo, à minha divagante cabecinha, esta tão linda frase!
Acho que esta frase têm um enorme poder metafórico…só quem passa por estas me entende
Enfim, isto de uma pessoa transmitir um lado forte, “imune à dor sentimental”, é tudo muito bonito…mas cá por dentro anda tudo moido!
Raios parta os sapos


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
March 12th, 2008 at 7:08 pm
[...] eh eh iupi…ando numa maré de sorte excepto naquele ponto (ou [...]