Férias da Páscoa…cá estou eu!
E pronto lá passou o meu primeiro dia de férias…foi secante.
Pela manhã estive no pc…à tarde estive no pc…ao sol-posto estive a trabalhar cá por casa…e agora aqui estou eu (com uma dor de cabeça que nem vos digo…).
Bolas…parece que me passou um camião por cima
(isto deve-se, penso eu, àquela prova de triatlo)
Bem, voltando ao tema do post, estou de férias…mas não sei o que fazer, ou melhor dizendo, sei o que fazer, mas como são tantas coisas que tenho pendentes, não sei por onde começar…grande confusão esta heim?
Não me querem comprar as minhas “dores corporais”? Enfim, eu também não as vendo…podem vir piores.


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
March 16th, 2008 at 5:02 pm
O teu blog esta muito fixe =D
Obrigado pelos teus comentários no Coisas Parvas e pela tua visita!