A colonização do iPhone…(a peste dos clones)
Bem, já cá falei do iPhone, hoje vou falar do seu clone (isto porque vi na feed Tech4PC do João Silas um tópico relacionado)
(verdadeiro iPhone)
Isto dos clones é excelente…não há nada melhor do que ter um produto “quase igual” ao original e ao mesmo tempo ser mais barato.
No meio disto tudo quem perde é a Apple…agora nós ficamos a beneficiar
Mas atenção, nem tudo são ginjas…onde está depois o suporte técnico adequado? Onde está depois a Garantia Apple? Há pois é…mas enfim, ao menos ficamos com uns trocos ao bolso
Agora pensemos um pouco, já pensaram que isto se pode tornar um exemplo mais assíduo? Ao ponto de sair um dispositivo móvel e clonarem-lo a seguir? Isto porque também já vi um Nokia N95 Clonado…
Enfim, vem ai a era do colonização…
(Clone do iPhone)




As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
April 25th, 2008 at 9:19 pm
[...] (via Me and my iPhone) [...]
April 26th, 2008 at 1:27 pm
Obrigado pelo link, e pela rss ali na sidebar do meu site.