O Homem que quer tirar a carta!
Hoje vou falar de um grande amigo meu, que por ventura é meu colega de turma e sócio no Euromilhões
O principal motivo pelo qual falo nele, sim porque este motivo é mesmo muito extraordinário, é o facto dele ter começado ontem a tirar a carta de carro… Ora, à partida, não é nada por ai alem, mas no fundo é muito hilariante…isto porque já há mais de um mês que ele diz que vai começar, ora porque hoje tem de ir semear o milho, ora porque quando chegar a casa tem de ir desfolhar videiras…enfim, uma resma de desculpas para não ter começado mais cedo lol
Enfim, eu compreendo as desculpas dele, são mais que óbvias…mas pronto, que se há-de fazer é o nosso Pedro
Olha Pedro, agora esquece-te de Comentar….lol Agora está a chover não podes ir trabalhar, já agora, tira-me essa carta depressa que é para no Verão me vires buscar do Mosteiro para a Maljoga (ouvi dizer que havia por ai uma Patuscada
)
P.S. (esta imagem é dedicada a ti
)



As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
May 15th, 2008 at 7:05 pm
Porém não te podes esquecer que ele tem muito a fazer em casa, e, talvez de mais importância a essas coisa do a carta.
<Cumps
May 15th, 2008 at 9:23 pm
É que é mesmo CAMPONIO…lol…m…é pedro f. …e ta dito!:S
May 16th, 2008 at 7:03 am
desculpa Rui mas o tractor que eu quero não é o Ferguson 165 mas sim o same solaris 45 cavalos. Quanto á carta está quase tirada jásó faltam 28 aulas de códico e 30 aulas de condução…
May 16th, 2008 at 9:30 pm
Ó bandalho da maljoga, para levares o same solaris 45 cavalos tens de levar a “carteira dos bois”, ou seja, a carteira recheada!!! Dedica-te ao teu goldoni 714 e não inventes(por enquanto)…