Rui na França!
Boas tardes! Ao contrário do que o post anterior explicava, o Rui encontra-se neste momento em território Francês! Apenas soube disto quando já se encontrava em Salamanca em plena viagem para a terra dos queijos.
Durante a sua ausência vou tentar escrever um post diário para ver se o WordPress não sente falta do seu dono verdadeiro e fazer upload dos 9000 vídeocasts que foram feitos durante o ano lectivo de 2008/2009.
A imagem ao lado é a minha tentativa de me tornar num CSI com o meu mega-fiel retrato robot do Rui após chegar da França. Também estou a pensar em criar um linha de livros infantis ao estilo de “Anita vai..” mas com o nome “Rui cozinha em…”. Que tal a ideia?
PS: O Rui pediu para encherem o blog de comentários senão obriga toda a gente a comer Roquefort.


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
August 5th, 2009 at 8:33 pm
Patrão fora, dia santo na casa! Balbúrdia no Batatas!
August 6th, 2009 at 4:32 am
Apesar que comer Roquefort não é uma má idéia.
Agora estás a sentar na cadeira do chefão do Batatas? xD
August 14th, 2009 at 7:55 am
Ganda muluqueira esses livros vou logo logo…
não comprar…..
Bon voyage
August 17th, 2009 at 9:09 am
Roquefort!!
Bahh
September 5th, 2009 at 9:45 pm
Esse queijo cheira mal dos pés…