Este Natal quero…
…um iPhone, um Computador novo, a carta de condução, um carro novinho em folha (acima dos 25 mil eur0s), férias e um Magalhães para ver mesmo se o posso deixar cair ao chão sem este avariar.
Portanto, se é milionário, por mera casualidade lê este blogue e não sabe o que fazer com tanto dinheiro, agora já sabe, pois estou aqui eu! Eu até pedia aquelas coisas da praxe, aquelas que todas as pessoas dizem quando são entrevistadas por repórteres da televisão Portuguesa…mas não! Eu prefiro ser sincero, até porque se tivéssemos uns leitores de mentes no canto inferior direito da Televisão, veríamos que essas pessoas estariam a mentir! Portanto, como não quero passar pela fama de ser aldrabão, prefiro dizer a verdade…como quem diz a verdade não merece castigo.
Eu quero isto e vocês?


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
December 14th, 2009 at 9:21 am
Hummm… não te posso ajudar no entanto ficam os meus votos de um santo Natal e juizo (do bom) para ti…
December 14th, 2009 at 9:55 am
Ora bolas e eu a pensar que era desta que iria receber aquilo tudo
Obrigado e bom natal tbm para ti
December 15th, 2009 at 8:27 am
Eu quero… Livros, livros, dinheiro, livros… E como já me vou inscrever amanhã para a carta de condução, queria também um carrinho ^^
December 17th, 2009 at 5:59 pm
[...] na ideia do Rui, vou fazer a minha carta ao Pai [...]