Já não gosto dos cafés/bares da Sertã!
Ou eu tenho alguma coisa esquisita na cara ou então eu sou assim uma coisa toda bonita que toda a gente gosta de olhar…
Pois é, em todos os cafés em que, ontem à tarde, entrei na Sertã, tive de ser mirado de cima a baixo…eu e o meu grupo de amigos. O que vale no meio disto tudo, é que não sou o único a ter a sensação de ser observado…parece que estão sempre à espera que entre alguém importante pela porta do café!
Bem, eu tenho uma teoria sobre isto…meios pequenos e está tudo dito! Em Coimbra, nada disto acontece…entramos, sentamos-nos, bebemos ou comemos e saímos sem ninguém a olhar para nós. Acho que é porque na Sertã o coeficiente de raparigas bonitas é baixo, e então estão sempre à espera que entre alguma menina jeitosa pela porta do café…no entanto, este último ponto falha, isto porque sou homem.
Resumindo, nos meios pequenos tudo se conhece e anda tudo à espera que apareça alguma novidade, e depois quando aparece alguém desconhecido, fica tudo como um burro a olhar para um palácio, por isso já não gosto dos cafés/bares da Sertã, toda a gente olha para nós como se nunca tivessem visto ninguém…
Em tom de despedida, uma pessoa habitua-se a novos meios e acha tudo estranho quando volta à “vila natal”…ou então sou eu que ando com a mania de perseguição ou me acho bom, quando venho à Sertã! (tendo em conta que não sou o único a favor do tema deste post, este último ponto foi refutado).
Já vos aconteceu alguma vez algo semelhante?
p.s. (Exceptuando 1 ou outro café, isto acontece em quase todos)


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
January 2nd, 2010 at 2:47 pm
Deixa-te de Sertã e vai para o Open em Pedrogão é muito melhor
January 2nd, 2010 at 2:54 pm
da última vez que lá fui também olharam para mim…mas ai com razão, pois eu ia todo pimpão de fato e gravata vermelha!
mas curto a onda desse bar
January 5th, 2010 at 3:01 pm
[...] em conjunto com o resto do grupo, isto na Sertã e Cernache do Bonjardim! Como podem imaginar…se já agora em certos sítios, nos comem vivos com o olhar quando entramos num café, ao qual poucas vezes entramos…façam lá uma ideia de como nos vão olhar da próxima vez [...]
January 7th, 2010 at 9:04 pm
Reis Reis Reis , supostamente já eram para ser cantados no dia de Reis e não depois só agora é que ouço cantar os Reis e não tem nada a ver com os Reis tradicionais.