Reflexões antes do Mundial 2010…
Muito se tem falado da convocatória do Carlos Queiroz. Uns queixam-se das ausências de certos jogadores, outros de presenças duvidosas nos 23(24 melhor dizendo) e ainda há aqueles porque são “fanáticos” pelo seu clube se queixam de lá faltar, na convocatória, os seus jogadores preferidos. Na minha opinião, penso que João Moutinho, Rubem Amorim e Quim irão fazer falta, mas como sou um mero treinador de bancada prefiro confiar nas escolhas do senhor Queiroz…pois ele sim é o nosso seleccionador. No entanto, não é devido às convocatórias que hoje aqui estou, porque para criticar as escolhas “Queirozianas” já ai há muito quem! Deste modo, o que me leva a escrever este post é a confiança ou a falta dela que os Portugueses detêm na conquista da taça do mundial…
Ainda me lembro bem da euforia do Euro 2004 e do Mundial 2006 em que se tinham bandeirinhas às janelas e andava tudo aos “pulinhos e aos saltinhos” a gritar “Portugal, Portugal”. Era bonito. Havia confiança na Selecção, era impensável a selecção ficar abaixo dos quartos de final, todos colocaram a fasquia bem alta e ninguém se feriu muito. Resumindo, Portugal esteve à altura das duas competições. Bem, até aqui a confiança estava alta. No entanto, algo chamado Euro 2008 estragou a bonita pintura…ficámos aquém das expectativas. As bandeirinhas às janelas perderam a cor e os “pulinhos e saltinhos” viraram “cabeças baixas e orgulhos fridos” após Portugal não passar os Quartos de Final do Euro 2008, pois tudo esperava uma ida à Final. Depois do sucedido, ainda havia réstia de confiança positiva…que foi eliminada após a péssima qualificação para o Mundial 2010 onde Portugal passou com dificuldades, quando tudo previa uma qualificação “feita de perna às costas”. Associando isto à contestação das escolhas “Queirozianas”, assim temos a Confiança actual dos Portugueses na Selecção Nacional: “Portugal virá cedo para casa…só vai cumprir os 3 jogos a que tem direito”.
Resumindo, é engraçado ver esta passagem do 80 para o 8 no que toca à confiança dada pelos adeptos. Tenho saudades do espírito que se viveu à 6 anos. Porque não apoiar novamente a selecção? Porque não colocar a fasquia alta novamente? Eu sei que “Gato escaldado de água fria tem medo” e é difícil esperar bons resultados quando ultimamente é algo pouco visivel…mas como se costuma dizer: “A esperança é a última a morrer”
p.s. Valham-nos as vuvuzelas…


As Batatas nasceram à 2 anos e alguns meses numa aldeia perto da Sertã. Durante a sua apanha à enxada tiveram a sorte de não serem cortadas às partes, visto que, o agricultor nato Rui Martins, pouca pericial tinha ainda a cavar na terra, e por norma costumava cortar as Batatas antes de estas serem talhadas para a frigideira ou panela! No entanto, mesmo com a pouca técnica do agricultor Rui Martins, estas conseguiram sobreviver. Após terem sido apanhadas, estas foram levadas para o respectivo armazém onde foram guardadas até...ao momento que foram recrutadas para a cozinha! Estando na cozinha, foi nesta altura que conheceram o Bacalhau. Elas estavam um pouco nervosas ao serem cortadas para cozer, mas no entanto, ao verem o Bacalhau a ser descongelado, também estas se derreteram, só que de amores pelo Bacalhau! E assim nasceu uma história de amor! História esta que cresceu após elas descobrirem que iriam estar no mesmo tacho que o Bacalhau! Nascendo assim num convencional tacho de cozinha as Batatas com Bacalhau!!
O Bacalhau nasceu algures lá para o meio do oceano há cerca de 2 anos e alguns meses. A sua captura foi normal, levou com um arpão no bucho e foi apanhado. Posteriormente, prosseguiu para um retalhista que o limpou, cortou, e enviou para uma cadeia de supermercados. Por mera sorte ou coincidência, este foi comprado pela mesma pessoa que cultiva batatas numa aldeola, perto da Sertã. Depois de ir num daqueles sacos de supermercado fatelas de 2 cêntimos cada, chegou à cozinha e foi colocado no congelador. A certa altura foi retirado do congelador, onde estava na amena cavaqueira com as lulas. Foi colocado de molho para descongelar e tessar...até que o retiraram de lá e o puseram a cozer com as batatas num tacho convencional. Ao entrar naquela água em ebulição foi como se o seu coração também começa-se a ferver de amor pelas Batatas!E assim, num convencional tacho de alumínio rasco, nasceu a história de amor que originou o prato por muitos conhecido de
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